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Luís Mira

Luis Mira da Silva é sócio da CONSULAI desde 2003.

Depois de ter obtido a licenciatura em Engenharia Agronómica e o mestrado em Fitotecnia pelo Instituto Superior de Agronomia, fez o doutoramento em Agricultural Systems na Universidade de Reading (UK), dedicado à gestão e ao planeamento em regadio, mais concretamente ao perímetro de rega de Alqueva. Posteriormente, complementou a sua formação com uma pós-graduação em Gestão no INDEG/ISCTE e com um MBA na London Business School / University of London (UK).

Atualmente é Professor Associado no Instituto Superior de Agronomia / Universidade de Lisboa, sendo docente de disciplinas na área da gestão, da inovação, do marketing e do empreendedorismo. É também Presidente da INOVISA - Associação para a Inovação e Desenvolvimento Empresarial, uma entidade ligada ao ISA que atua na promoção da inovação, do empreendedorismo, e da transferência de tecnologia e conhecimento nos setores agrícola, alimentar e florestal. Nos últimos anos tem coordenado, no âmbito do ISA e na INOVISA, diversos projetos nestas áreas, tanto a nível nacional como internacional, neste último caso na Europa, em África, e na América Latina.

Apesar de não ter um papel operacional na CONSULAI, tem participado enquanto sócio na definição estratégica do desenvolvimento da empresa, na criação de novas áreas de negócio / novos serviços, e na conceção de alguns dos projetos mais arrojados que a CONSULAI tem empreendido.

É casado, pai de três filhos que nunca mais crescem para poder voltar a ler à lareira nas noites de inverno, e quando não está a trabalhar ou com a família o mais provável é estar a correr por uma boa razão, mais concretamente a jogar futebol, squash, ou em preparação física para uma destas duas atividades.

Pedro Falcato

Pedro Falcato, licenciado em Engenharia Agroindustrial no Instituto Superior de Agronomia, é gerente e sociofundador da CONSULAI, sendo atualmente o responsável pela Direção Comercial da empresa.

Após tomar a decisão de abandonar as funções que exercia no Departamento de Produção e da Segurança Alimentar na fábrica de gelados IGLO-OLÁ, do grupo UNILEVER, assumiu a Direção Comercial da empresa desde a sua criação, no ano 2001, tendo exercido esse cargo até ao ano 2009 em simultâneo com a responsabilidade técnica sobre alguns projetos de referência da CONSULAI.

Interrompeu a dedicação a tempo inteiro à CONSULAI, nos anos 2010 e 2011, para assumir a Direção Geral da TERRA PREMIUM - empresa constituída para internacionalizar produtos tradicionais portugueses - gourmet de um consórcio de produtores de diferentes regiões de Portugal.

Em 2012 voltou a assumir funções na CONSULAI, contribuindo de forma decisiva para o desenvolvimento na CONSULAI de novas áreas de negócio como a área de Mercados e Internacionalização e para a consolidação da empresa como uma referência na elaboração de projetos de Desenvolvimento de Novos Produtos, facto reconhecido através da atribuição do prémio BES-Inovação, na categoria Agroindustrial, com o projeto Azeite para Barrar – Texturização de Azeite.

No ano 2013, enquadrado no processo de internacionalização do setor das Frutas, Legumes e Flores Portuguesas, coordenou a equipa técnica da CONSULAI que apoiou a Portugal Fresh - Associação para a Promoção das Frutas, Legumes e Flores de Portugal nas suas iniciativas de internacionalização. Este foi um dos projetos mais enriquecedores a nível profissional e pessoal que assumiu.

A pós-graduação em Gestão e Tecnologias de Informação nos setores agrícola e agroindustrial obtida no INDEG, durante os anos 2002 e 2003 trouxeram-lhe competências diversas que foram aplicadas ao longo da primeira década de atividade da CONSULAI e a pós-graduação em Management & Business Consulting obtida no ISEG durante os anos 2012 e 2013 trouxeram-lhe competências acrescidas que serão aplicadas no futuro, para apoiar o crescimento da CONSULAI em Portugal e também a sua internacionalização.

“A sorte protege os audazes” é um pensamento que continuará certamente a estar presente no seu dia a dia permitindo-lhe continuar a ser audaz e a ser protegido pela sorte, para continuar a auxiliar a CONSULAI no desenvolvimento da sua atividade nos anos vindouros!

Rui Almeida

Rui Almeida, licenciado em Engenharia Agroindustrial no Instituto Superior de Agronomia, é gerente e sociofundador da CONSULAI, sendo atualmente o responsável pela Direção Operacional da empresa.

Assumiu a Direção Técnica da empresa desde a sua criação, no ano de 2001, exercendo esse cargo até ao ano de 2009. Nesse período, assegurou a coordenação técnica das áreas de Qualidade e Segurança Alimentar e a área de Estudos e Projetos, estando diretamente envolvido em muitos dos projetos de referência da CONSULAI nesse período.

Em 2010 abraçou um novo desafio na Direção Comercial da empresa, contribuindo de forma decisiva para o desenvolvimento na CONSULAI de novas áreas de negócio como a área da Inovação e Desenvolvimento Tecnológico.

No ano de 2012, enquadrado no processo de Internacionalização da CONSULAI, fez parte da equipa técnica que desenvolveu o primeiro projeto além fronteiras: Avaliação do PEDR em Angola. Este foi claramente um projeto marcante e bastante enriquecedor quer a nível profissional, quer a nível pessoal. 

A pós-graduação em Leadership & Management obtida no ISEG durante os anos de 2011 e 2012, e o mestrado em Ciências Empresariais atualmente em curso, trouxeram-lhe competências acrescidas que foram aplicadas no ano de 2013 na CONSULAI, já no papel de Diretor Operacional, coordenando todas as áreas de negócio da CONSULAI.

Esta capacidade de coordenação é também aplicada a nível pessoal, onde não dispensa aqueles momentos especiais com os seus três grandes amores: a família, a atividade desportiva e o grande BENFICA!

Pedro Santos

Pedro Santos é sócio e Diretor-Geral da CONSULAI.

Licenciado em Engenharia Agronómica pelo Instituto Superior de Agronomia (ISA/UTL), em 1998, onde obteve a classificação de 20 valores no Trabalho Final de Curso, iniciou a sua atividade profissional em projetos relacionados com o parcelário e com o controlo de superfícies.

Quando desempenhava o cargo de Secretário-Geral da Associação Nacional de Produtores de Milho e Sorgo, foi desafiado pelo Rui Almeida e pelo Pedro Falcato a colaborar num projeto de desenvolvimento de tecnologias de conservação em produtos hortofrutícolas, e que esteve na génese da criação da CONSULAI.

Na CONSULAI, tem coordenado e participado em diversos projetos com empresas do setor agrícola e agroalimentar, em Portugal, Angola e Brasil. Para além disso, foi administrador da 80g – empresa de produção de fruta fresca cortada pronta a consumir – e sócio fundador da Terra Premium, empresa de exportação de produtos alimentares genuinamente portugueses.

A participação no Mestrado em Economia Agrária e Sociologia Rural, entre 2001 e 2002, foi um importante contributo para a sua formação académica de base e a pós-graduação em Gestão, obtida na Universidade Nova de Lisboa, em 2010, foi uma ferramenta muito útil para melhorar o desempenho da função e permitir acompanhar o crescimento do negócio da empresa e da estrutura orgânica da mesma.

Atualmente é Administrador do grupo Agromais, produtor agrícola na região Oeste, dirigente associativo na APAS FLORESTA, na AFLOESTE e na APMR&A e coordenador da Pós-Graduação de Agribusiness no IDEFE/ISEG.

Para além de um apaixonado pelo setor agrícola, é benfiquista ferrenho e um pai babado de três filhos.

Um dos princípios de vida em que mais se revê é sintetizado na frase de Albert Einstein “O único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho, é no dicionário”.

Estratégia de Internacionalização

Para muitos empresários, a exportação acaba por ser uma resposta óbvia para os desafios que atualmente se apresentam nos mercados nacionais. A procura de oportunidades para crescer através da diferenciação, a obtenção de maiores margens e maiores lucros, e o desenvolvimento de parcerias sólidas com o mercado de exportação, colocando o negócio numa perspetiva internacional, são alguns dos fatores que devem conduzir o delineamento da estratégia de exportação dos produtos.

Mas, antes de definir a estratégia de abordagem ao mercado, importa realizar um diagnóstico do negócio nas suas diferentes especificidades, para reduzir o risco de tomar decisões erradas que possam levar a erros comprometedores. Note-se que a internacionalização de uma empresa é geralmente uma decisão que tem custos elevados, e que se não for bem-sucedida pode mesmo comprometer todo o negócio. Deve-se, por isso, efetuar um diagnóstico cuidado do potencial de exportação, que poderá passar pela avaliação dos seguintes pontos:

  • Portefólio de produtos
  • Competências e capacidades
  • Análise de competitividade
  • Fatores críticos de sucesso e vantagens competitivas
  • Análise SWOT

 

 

 

Responsável Comercial

Nuno Rodrigues

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Tel: (+351) 910 891 273