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Estudos e Projetos

A CONSULAI trabalha com os agentes do setor agrícola, agroindustrial e florestal no sentido de promover o desenvolvimento das suas atividades económicas, procurando contribuir para a melhoria do setor.

Oferecemos uma equipa, muito experiente e especializada, que responde às necessidades de todos aqueles que procurem desenvolver projetos sectoriais, apoiando a decisão, a implementação e a avaliação dos mesmos.

 

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Responsável Comercial

Pedro Falcato

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Tel: (+351) 919 924 863

A CONSULAI desenvolveu no passado ano 2014 dois simuladores distintos: i) Simulador de apoios ao investimento - PDR2020; ii) Simulador de impacto dos pagamentos diretos no período 2015-2019. 

 

SIMULADOR DE APOIOS AO INVESTIMENTO - PDR2020

Dada a importância do apoio ao investimento para a competitividade do setor agrícola e agroindustrial nacional, a CONSULAI desenvolveu um simulador que permite prever o impacto do novo modelo de apoio ao investimento previsto para o período 2014-2020.

O simulador foi atualizado com base na legislação publicada no dia 11 de novembro de 2014.

Caso pretenda uma análise mais detalhada do enquadramento do seu investimento no PDR 2020, contacte-nos! A CONSULAI, no âmbito do PRODER, apresentou mais de 370 projetos, num montante global de investimento superior a 150 M€. Somos, por isso, um parceiro de referência nos mais variados setores da produção e transformação nacionais.

Conte connosco para sermos o seu parceiro no investimento.

Para aceder ao nosso simulador (versão de 14.04.2015) clique aqui.

 

SIMULADOR DE IMPACTO DOS PAGAMENTOS DIRETOS NO PERÍODO 2015-2019

Dada a importância dos pagamentos diretos em grande parte das explorações agrícolas em Portugal, a CONSULAI desenvolveu uma ferramenta de apoio que permite prever o impacto do novo sistema decorrente da reforma da PAC até 2019.

É importante referir que este ficheiro foi feito com base na informação disponível à data da sua elaboração (abril/2014), sendo que ainda existem algumas opções nacionais que podem alterar as bases desta ferramenta. Estas opções serão formalmente comunicadas à Comissão até 1 de agosto. 

Aquando da revisão das opções nacionais, esta ferramenta será atualizada em conformidade. 

 Experimente a ferramenta para fazer uma simulação e consulte-nos, caso pretenda uma análise mais detalhada do impacto da reforma da PAC na sua exploração.

Para aceder ao nosso simulador (versão de 06.04.2015) clique aqui.

 

Field to Fork Farm

Field to Fork Farm é um referencial de boas práticas agrícolas, para a produção e embalamento de produtos hortofrutícolas, elaborado pela Marks & Spencer, o qual é de cumprimento obrigatório para todos os fornecedores desta empresa de distribuição do Reino Unido.

Para melhor adequação do referencial, os produtos são agrupados em quatro categorias, sendo que cada categoria apresenta requisitos para os diferentes produtos. A definição dos requisitos a cumprir para um determinado produto, depende da categoria a que o produto pertence:

  • Categoria 1 – Produtos hortofrutícolas que podem ser consumidos crus, que não possuem uma pele ou casca que é removida antes de serem consumidos e que apresentam um elevado risco ou historial de contaminações patogénicas. Como é o caso das folhosas para salada, cebolas para salada e ervas aromáticas frescas e congeladas.
  • Categoria 2 – Produtos hortofrutícolas que podem ser consumidos crus e que não possuem uma pele ou casca que é removida antes de serem consumidos, que apresentam algum risco ou historial de contaminações patogénicas. Como acontece com a beterraba, os brócolos, a couve, a cenoura, a couve-flor, o aipo, a courgette, o pepino, o melão, os cogumelos, a ervilha, o rabanete, a framboesa, o morango e o tomate.
  • Categoria 3 – Produtos hortofrutícolas que podem ser consumidos crus, que possuam pele ou casca que é removida antes de serem consumidos ou cresçam afastados do solo ou não apresentem um risco significativo ou historial de contaminações patogénicas, como as maçãs, a alperce, os citrinos, a cereja, o alho, as uvas, o feijão-verde, o kiwi, as nectarinas, a pera, o pêssego, a ameixa ou os frutos secos.
  • Categoria 4 – Produtos hortofrutícolas que são sempre cozinhados, como as alcachofras, os espargos, as beringelas, as couves de Bruxelas, o alho francês, a batata, a abóbora ou a batata-doce.

O referencial encontra-se dividido em sete capítulos, cinco deles de verificação obrigatório:

  • Sistema de Gestão da Qualidade e Rastreabilidade
  • Segurança Alimentar
  • Requisitos das instalações de embalamento, o qual é verificado em auditoria, apenas se a organização possuir uma instalação para o embalamento do produto
  • Produção Biológica - acaso seja verificado que a organização produz este tipo de produtos biológicos
  • Pesticidas
  • Ambiente
  • Organismos geneticamente modificados

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Pedro Falcato

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Tesco Nurture

O referencial Tesco Nurture desenvolvido pela Tesco é de cumprimento obrigatório para todos os fornecedores desta empresa de distribuição do Reino Unido.

Este referencial identifica os princípios e práticas, que, quando cumpridas pelos produtores e embaladores de produtos hortofrutícolas, garantem que os sistemas de produção e manuseamento dos produtos são ambientalmente sustentáveis e responsáveis.

O referencial define requisitos, de acordo com um plano integrado de gestão, o qual assenta:

  • Uso racional de produtos fitofarmacêuticos
  • Uso racional de fertilizantes e adubos
  • Prevenção da poluição
  • Proteção da saúde humana
  • Uso eficiente da energia, água e outros recursos naturais
  • Reciclagem e reutilização de resíduos
  • Proteção da vida selvagem e da paisagem

 

 

 

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Testemunhos

“Equipa jovem, dinâmica e muito competente." Clara Roque do Vale (Monte da Capela)

Certificação Florestal

Os Sistemas de Certificação Florestal têm como objectivo promover e divulgar a gestão florestal sustentável, privilegiando o uso da floresta sem comprometer as suas funções económicas, sociais e ambientais.

A Certificação Florestal aplica-se à Gestão Florestal Sustentável (GFS) e à Cadeia de Custódia ou de Responsabilidade (COC). A GFS promove a demonstração e a monitorização de uma actividade florestal coerente e equilibrada. A COC tem como objectivo estabelecer uma ligação com base em informação verificável, entre a matéria-prima e o produto final. A COC, quando implementada em conjunto com a GFS, constitui um mecanismo fiável e credível para fornecer aos clientes informação sobre a origem da matéria-prima.

A Certificação Florestal deve ser entendida como uma ferramenta de apoio à melhoria do desempenho produtivo, ambiental e económico. De entre as muitas vantagens destes sistemas, destacamos:

  • Valorização e diferenciação dos produtos florestais
  • Redução de custos e aumento da eficiência dos processos
  • Melhoria da imagem da organização, por parte do mercado e da sociedade
  • Criação de novas oportunidades de mercado (ex: exportação)
  • Reconhecimento internacional
  • Melhoria contínua da organização e do sistema
  • Para implementar um Sistema de Certificação Florestal, a organização tem que:
    • Definir uma politica com objectivos, tendo em conta exigências legais, aspectos económicos, sociais e ambientais
    • Implementar um sistema de gestão florestal sustentável e melhorá-lo continuamente
    • Demonstrar a sua conformidade perante a política definida

 

FSC - Forest Stewardship Council

O Forest Stewardship Council (FSC) foi fundado em 1993/94, no Canadá, com o objectivo de promover uma gestão florestal ambientalmente responsável e social e economicamente viável, através do estabelecimento de princípios e critérios de Gestão Florestal, reconhecidos e respeitados à escala mundial.

A escolha do tipo de Sistema de Certificação Florestal a adoptar depende do tipo de produtos florestais produzidos e respectivas exigências de comercialização nacionais e internacionais.

O FSC certifica a gestão da área florestal, e respectivos produtos daí provenientes, e pode ser aplicado a dois níveis: individual ou de grupo.

 

PEFC - Program for the Endorsement of Forest Certification

O Program for the Endorsement of Forest Certification (PEFC) foi fundado na Europa em 1998/99, com base nos Critérios Pan-Europeus para a gestão florestal sustentável.

É um programa que promove e reconhece os esquemas de certificação nacionais, promovendo uma gestão florestal sustentável com benefícios ambientais e sociais, mas garantindo a sua viabilidade económica.

Um dos referenciais normativos do PEFC Portugal é a Norma Portuguesa 4406:2005 do IPQ, que define as normas e requisitos para a Gestão Florestal Sustentável.

O PEFC Portugal certifica a gestão da área florestal, estando direccionado para os 2 principais produtos nacionais - madeira e cortiça - e pode ser aplicado a três níveis: individual, de grupo ou regional.

A escolha do tipo de Sistema de Certificação Florestal a adoptar depende do tipo de produtos florestais produzidos e respectivas exigências de mercado, nacionais e internacionais.

 

 

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Testemunhos

“Equipa jovem, dinâmica e muito competente.” Clara Roque do Vale (Monte da Capela)

GLOBAL G.A.P.

O GLOBAL G.A.P. é protocolo de implementação voluntária, desenvolvido pelo grupo EUREP - Euro-Retailer Produce Working Group, o qual tinha como objetivo primeiro, reconhecer os significativos progressos realizados por muitos produtores no desenvolvimento e implementação de sistemas agrícolas, tendo em consideração as boas práticas agrícolas, minimizando os impactos adversos ao meio ambiente e à proteção do trabalhador.

Até ao ano de 2007, o referencial era denominado por EUREPGAP, mas dada a sua expansão internacional, optou-se pela alteração do nome para GLOBALG.A.P. em setembro mesmo ano. O GLOBALG.A.P é um manual de Boas Práticas Agrícolas (GAP - Good Agricultural Practices), que estabelece um conjunto de normas técnicas, as quais podem ser implementadas nas explorações agrícolas, de forma a diferenciar os produtos, beneficiando os produtores e organizações que têm preocupações com o impacto ambiental desta atividade. Os produtores que conciliam técnicas de proteção e produção integrada com práticas de higiene e segurança no trabalho, asseguram a longo prazo a sustentabilidade da atividade agrícola

Os princípios do esquema GLOBALG.A.P baseiam-se nos seguintes conceitos:

  • Segurança Alimentar: princípios gerais do HACCP
  • Proteção do Ambiente: Boas Práticas Agrícolas de proteção Ambiental, de forma a minimizar os impactos negativos da Produção Agrícola no Ambiente
  • Condições de Saúde, Higiene e Segurança dos Trabalhadores: bem como a consciencialização e responsabilidade quanto a assuntos sociais
  • Bem-estar Animal (quando aplicável)

A certificação GLOBALG.A.P pode obtida por:

  • Um produtor individual, ou
  • Uma organização de produtores, que estabelece regras de uniformização para todos os produtos

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